Aprenda como identificar, em junho, que o aluno com TEA não avançou na escrita por falta de base motora, e não por falta de conteúdo; entenda como perceber se o aluno não aprendeu por falha no ensino, por falta de base ou por transtorno de aprendizagem; e tire suas dúvidas com uma professora especialista no assunto.
13 de Junho / Sábado
9h (horário de Brasília)
Junho é o mês de preparar o professor para o início do segundo semestre escolar, e isso começa com um olhar mais atento para as dificuldades que o aluno apresentou até aqui.
Nem sempre o problema na escrita está ligado apenas ao conteúdo. Em muitos casos, o que parece falta de aprendizagem pode ter relação com bases motoras fragilizadas, falhas no processo de ensino ou até sinais de transtornos que ainda não foram percebidos.
Neste encontro, você vai aprender como identificar, em junho, que o aluno com TEA não avançou na escrita por falta de base motora, e não por falta de conteúdo; entender como perceber se o aluno não aprendeu por falha no ensino, por falta de base ou por transtorno de aprendizagem; e ainda tirar suas dúvidas com uma professora especialista no assunto.
É um conteúdo pensado para ajudar você a analisar com mais clareza, evitar interpretações superficiais e tomar decisões mais assertivas para encerrar o semestre e se preparar melhor para o próximo. Participe e fortaleça seu olhar pedagógico com mais preparo, estratégia e segurança.
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Entenda a causa certa e intervenha com clareza.
Palestra 1
Aprenda como identificar, em junho, que o aluno com TEA não avançou na escrita por falta de base motora, e não por falta de conteúdo.
Nesta palestra, você vai aprender como reconhecer sinais de que a dificuldade na escrita do aluno com TEA pode estar relacionada à base motora, e não apenas à aprendizagem do conteúdo, ampliando seu olhar para intervenções mais assertivas.
Juliana Montenegro
Mestre em Educação Física, Consultora Educacional. Graduada em Educação Física e Pedagogia. Especialista em Neurociência Aplicada à Educação, Psicomotricidade e Docente em cursos de pós-graduação pela Rhema Neuroeducação.
Palestra 2
Como identificar, em junho, se o aluno não aprendeu por falha no ensino, por falta de base ou por transtorno de aprendizagem.
Nesta palestra, você vai aprender como diferenciar dificuldades causadas por falhas no processo de ensino, ausência de base anterior ou possíveis transtornos de aprendizagem, para analisar o aluno com mais clareza e tomar decisões pedagógicas mais seguras.
Márcia Valéria
Mestrado em Educação, Pedagoga, Psicopedagoga Clínica e Institucional, Especialista em Educação Especial, Educação Infantil e Anos Iniciais e Psicomotricidade.
Tire suas dúvidas
Com uma professora especialista no assunto.
Um momento especial para você trazer suas perguntas e sair com respostas claras, aplicáveis e baseadas em evidências científicas — porque perguntas relevantes geram transformação na sala de aula.
Juliana Montenegro
Mestre em Educação Física, Consultora Educacional. Graduada em Educação Física e Pedagogia. Especialista em Neurociência Aplicada à Educação, Psicomotricidade e Docente em cursos de pós-graduação pela Rhema Neuroeducação.
A Rhema Neuroeducação é o maior grupo educacional de Pós-Graduação focado na formação de professores, impactando mais de 35 milhões de vidas. Com mais de 90 mil alunos, oferece Graduação, Pós-Graduação EAD e On-line ao Vivo, além de cursos, simpósios e workshops. Seu diferencial está na flexibilidade, interação, metodologias inovadoras e tecnologia aplicada à aprendizagem. Fundado por Mara Duarte da Costa e Fábio César da Costa, é referência no Brasil e no exterior, construindo um legado na educação.
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